Para escutar a felicidade, basta querer ouvir!

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Caminhava apressada pela rua. De repente, um garotinho, de talvez três ou quatro anos, quase bateu em meus joelhos. Ou na visão dele, quase atropelado foi. Mas o enxerguei em tempo. Parei diante dos pais, abri um sorriso, e eles pediram para o guri dar licença.

Segui apressada, pensando em nada e, ao mesmo tempo, mergulhada em pensamentos melancólicos. Quase correndo, exausta após um dia inteiro de trabalho.

Não muitos metros adiante, duas pequenas cruzaram o meu caminho. Elas também eram da altura dos meus joelhos. Tagarelavam e riam de mãos dadas. Até que uma delas disparou: "vamos miga".

E esse "vamos miga" soou tão ingenuo, tão gostoso, que me arrancou sorrisos fáceis. O miga entre elas não tinha nada daquele tom irônico que tantas vezes nós, mais altas do que joelhos, costumamos empregar. O miga entre elas fora reproduzido com a verdade de uma amizade que rezo para ser eterna.  

foto: reprodução/requebracabeça.com.br

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